A
Literatura Distópica é o gênero da literatura composto por narrativas que
abordam temas relacionados à opressão, revoluções e lutas por direitos
melhores. Estórias que retratam sociedades regidas e comandadas pelo
totalitarismo, o autoritarismo e o controle opressivo da comunidade onde tudo
se passa, em que, muitas vezes, tais sociedades mostram-se corruptíveis e as
normas comuns criadas com o objetivo de proporcionar-lhes o bem comum se
mostram flexíveis e opressivas, e, ocasionalmente, as instituições e
corporações fazem uso de tecnologias como ferramentas de controle (NUNES).
A palavra distopia tem origem a
partir de raízes gregas, onde, em uma tradução clara e objetiva, ‘dis’
significa ‘dificuldade, dor, privação ou infelicidade’; e ‘topia’ significa
simplesmente ‘lugar’. Portanto, a expressão distopia é utilizada para exprimir
um ‘lugar ruim, infeliz’. O primeiro uso conhecido da palavra foi em um
discurso ao Parlamento Britânico feito por Gregg Webber e Stuart Mill, em 1868
(WIKIPÈDIA).
As obras da Literatura Distópica
trazem estórias que representam a total oposição às utopias literárias ou
promove vivências em “utopias negativas”. Isso se deve ao fato das utopias
tratarem e abordarem uma sociedade em um mundo perfeito, onde tudo é bom e
justo, um ambiente totalmente feliz.
Muitas vezes, a distopia é
confundida com a ficção científica, principalmente pelo fato de se passarem em
um futuro à frente da realidade em que foi escrito. Contudo, deve-se ter muito
cuidado ao fazer tal classificação, pois em uma estória distópica o que
realmente importa são as situações de opressão e revoluções, muito mais do que
os meios utilizados para criar as distopias. Além disso, existem muitas
distopias se misturam a situações fantásticas, por exemplo (SANTANA).
A Literatura Distópica começou a se
desenvolver e a ganhar destaque nos meios literários principalmente a partir do
século XX, quando surgiram obras distópicas que se tornaram verdadeiros
clássicos da literatura universal. Alguns exemplos são as obras “1984”, de
George Orwell; “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley e “Fahrenheit 451”, de
Ray Bradbury.
Atualmente, as distopias tem ganhado
muito destaque na literatura contemporânea, principalmente em obras
infanto-juvenis, como é o caso da trilogia “Jogos Vorazes”, de Suzanne Collins
e da série “Divergente”, de Veronica Roth.
muito legal
ResponderExcluirOlá João.
ExcluirQue bom que você gostou, este é um gênero muito legal mesmo.
Abs., Jean.
Oi Jean, eu amei seu post! Eu sou apaixonada por distopias, desses que você citou eu já li todos.
ResponderExcluirAdmirável Mundo Novo é um dos meus livros favoritos, junto com Laranja Mecânica.
Você conceituou bem o gênero, parabéns!
Beijos
Olá Francine, que bom que você gostou! Também sou louco por estórias distópicas, principalmente as juvenis e contemporâneas. E inclusive aquela referência feita no texto é sua, seus posts sobre distopias me ajudou bastante na compreensão acerca deste gênero.Muito obrigado!
ExcluirAbraços, Jean.
E completando, vi que você está lendo 1984. Está gostando? Eu amei esse livro, depois quero ver resenha pra saber o que você achou.
ResponderExcluirAbs
Oi mais uma vez. Sim, eu estou lendo a obra "1984" de George Orwell e estou gostando muito dele. Que bom que você gosta dele, me incentivou ainda mais a terminar de lê-lo rápido. A resenha sai em breve.
ExcluirAbraços, Jean.