Inúmeras editoras recusaram seus originais, por serem grandes demais para crianças. Quando a Bloomsbury aceitou, pagou um pequeno adiantamento dos direitos autorais.
Rowling esteve presente em toda a elaboração do roteiro do primeiro filme, ao lado do diretor Chris Columbus. Determinou qual seria a textura das cortinas, a cor do sangue do dragão e até desenhou um mapa do castelo de Hogwarts.
Quando tinha 8 anos, J. K. Rowling brincava com Ian e Vikki Potter, seus vizinhos. Eles gostavam de se vestir de bruxos e fazer feitiços de mentirinha. Não é à toa que acabaram dando o sobrenome a Harry. O personagem Rony foi baseado em Sean, um amigo da escritora que tinha um Ford Anglia, carro de destaque no segundo livro da série. Já Hermione é uma espécie de alter-ego da autora, embora ela não fosse boa aluna.
A primeira leitura de Harry Potter e a Pedra Filosofal em uma livraria foi um fiasco. Apareceu tão pouca gente que os funcionários tiveram pena de Rowling e ficaram escutando a história também. J.K. tremia tanto que acabava se perdendo no texto.
Embora J.K. tenha inventado a maioria dos nomes do universo de Harry Potter, pesquisou alguns no passado: quando tinha 9 anos, sua família se mudou para uma casa perto de um cemitério, que acabou sendo fonte de vários nomes. Dumbledore era o termo usado no inglês antigo para a mamangava, uma planta da família das leguminosas. Snape, como o professor de poções é conhecido, é o nome de um lugar na Inglaterra.
Os pais de J.K., Peter John Rowling e Anne Volant, conheceram-se na King’s Cross Station, a estação na qual Harry Potter tem de achar a plataforma 9 e 3/4.
Em 2004, ela entrou pela primeira vez na lista das pessoas mais ricas do mundo, publicada pela revista norte-americana Forbes.
É incrível a história de superação vivida por essa talentosíssima escritora. Apesar das inúmeras barreiras e dos vários desafios, hoje os seus livros são uns dos mais famosos de todo mundo.
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